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TENTATIVA E ERRO, seminário de gestão autônoma em Porto Alegre, Brasil

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Seminário de gestão autônoma – TENTATIVA E ERRO nos dias 21 e 22 de Setembro em Porto Alegre / Rio Grande do Sul, Brasil.

+ Info: http://curatoriaforense.net/_seminarios/2013/tentativa_e_erro/

Nos últimos quinze anos, as práticas estéticas e discursivas contemporâneas da América Latina experimentaram mudanças significativas na compreensão do conceito de arte e de seus objetos. Estas mudanças afetam tanto os processos de produção artística, como os modos de circulação, visibilidade e legitimidade das obras, as relações com os seus contextos de significado e as formas de construir laços com a comunidade e com o campo profissional.

Noções como “cena local” e “gestão independente” vem organizando e potencializando os esforços de artistas e gestores, favorecendo a criação e o fortalecimento de vínculos, gerando acordos táticos e alianças estratégicas que densificam essas novas estruturas e exigem competências trabalhistas, políticas e econômicas mais especializadas dos participantes desse novo sistema de arte, em benefício de uma relação mais efetiva entre a arte contemporânea, a cultura e as sociedades. É por isso que neste seminário nos propomos a refletir sobre as diferentes formas de compreender a noção de autonomia, analisar suas relações e tensões com as instituições artísticas e, através de suas eficiências práticas, apresentar modelos de gestão que operam de forma autônoma na América do Sul.

DADOS
http://curatoriaforense.net/_seminarios/2013/tentativa_e_erro/


21 e 22 de Setembro de 2013.
Das 10h30 às 19h00 horas.
Casa de Cultura Mario Quintana,
Centro, Porto Alegre.
Rio Grande do Sul, Brasil.
Valor: R$ 150,00
Registre-se online
Organizadores: Denis Rodriguez e Curatoría Forense.
Apoio: Casa de Cultura Mario Quintana

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Curatoría Forense - Latinoamérica

Curatoría Forense es un grupo multidisciplinario dedicado al arte contemporáneo en América Latina. Sus actividades se iniciaron en 2005 en Santiago de Chile con el objetivo de cubrir la falencia respecto a las posibilidades expositivas de los artistas emergentes chilenos, que no estaban en condiciones de participar en la institucionalidad artística establecida. Por entonces, la misión principal era investigar en el campo curatorial, estableciendo una relación horizontal entre el productor y el curador con el fin de crear nuevas capacidades para la experimentación estética. En 2009 Curatoría Forense se convirtió en una organización nómada centrada en la investigación sobre los procesos de emergencia y consolidación de escenas locales de arte contemporáneo y sobre modelos de trabajo en gestión autónoma en la región. Este cambio implicó una innovación en su metodología de trabajo, así como en la producción de textos y actividades con el fin de entender cómo se produce el arte contemporáneo en comunidades que carecen de recursos o que poseen políticas culturales débiles para con el arte contemporáneo.


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